Não há de se fazer esforços para entender como animais, outrora selvagens tornaram-se domesticados.
Tomemos por exemplo o gato e o cão. Ambos tornaram-se domésticos após nós, ditos humanos, passarmos a alimentá-los, e como forma de "gratidão", instinto e busca por mais e mais a cada dia, os mesmos passaram a nos "servir".
Hoje em dia os temos como companheiros que, a parte o exagero de frivolidades com que são cuidados, são sempre "inferiores" a nós, ditos humanos, reafirmo. Pois bem.
Está em voga hoje em dia a “domesticação de humanos”. Há aqueles que infelizmente não possuem condições de verem o quão domesticado estão, ou estão a se tornar, e isto, por um único e simples fato: não refletem; não analisam; não ponderam, apenas absorvem o que lhes é dito; oferecido; proposto; imposto.
Com a “domesticação de humanos” há a manipulação, mas este fato, mais além esmiuçarei.
Retomando o que havia começado a falar, quando me refiro a não-condições de verem que estão domesticados ou estão a ser domesticados, refiro-me a falta de real possibilidade de crescimento intelectual dum indivíduo.
Digo aqui falta de real possibilidade, pois não há reais políticas públicas no tocante ao ensino no Brasil que estejam realmente interessadas no crescimento intelectual do indivíduo.
Além disto, há “distrações” que bloqueiam o indivíduo de ver o que realmente acontece ao seu redor e muitas destas distrações são incutidas propositalmente pelo governo com a ajuda da massa dominante.
Esta “domesticação” a que me refiro e que aqui quero repugnar tem nome e é conhecia como “programas sociais” e nelas se incluem as bolsas e programas de cotas.
Nosso presidente Luís Inácio LULA da Silva traz como estandarte de governança, sua falta de intelectualidade declarada quando diz que seu primeiro diploma é o de presidente da República Federativa do Brasil.
Não há aqui, em minha repugnância, depreciação de um indivíduo por o mesmo não possuir nível superior, mas sim o demérito de todos aqueles que possuem ensino superior por parte de nosso presidente.
Contrariando a falta de seu “canudo”, ele, nosso presidente, vem se mostrando PHD em domesticação de humanos com a execução e propagação de seus “programas sociais”.
Certa vez, ouvi a seguinte pergunta, seguida da seguinte resposta e explicação:
Sabe como se domestica porcos selvagens?
A resposta é simples. Coloca-se comida e ele vem. Depois de algum tempo fazendo isso, coloca-se um tapume; uma cerca de um lado e continua-se a alimentá-lo. Faz-se isso até que ele esteja habituado e tenha uma cerca à frente e aos lados. Mais algum tempo, fecha-se a cerca e nem se quer terá ele percebido.
Agora, pergunto eu: o que são esses programas senão cercas?
O povo todo está a acostumar-se e a não aprender nada, ao contrário, cada vez mais se torna dependente e não há progresso algum em seu intelecto, tão pouco e, por conseguinte na geração de riquezas e crescimento.
Senhor Presidente, nossa sorte é que algumas mentes não são domesticadas, ou pelo menos, não se domesticam tão facilmente e muito menos por migalhas que não sejam de conhecimento.
O senhor disse que não daria o peixe, ensinaria o povo a pescar.
Talvez seja tempo de alguns porcos selvagens que não se domesticarão alertarem os demais e juntos dos selvagens permanecerem a fim de se preservar a espécie que o senhor tenta domesticar; a espécie humana Brasileira.
1977
Há 7 anos
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